A importância do seu logótipo e 5 pontos a considerar

Atualizado: 12 de Jun de 2019

A Apple, cujo logo (e nome) é uma maçã, vende computadores. Aparentemente, não bate a bota com a perdigota, como costuma dizer-se, mas é mundialmente conhecida. Objectivo cumprido com sucesso! O que é que queremos dizer com isto? Que uma imagem forte é, facilmente, memorizada, mas que também não há regras exactas para a escolha do seu logo.


Criar um logótipo depende do gosto pessoal, da criatividade do designer e das directrizes que lhe são dadas como orientação pela marca.

Por sua vez, a marca deve considerar alguns aspectos, para conseguir passar essa informação da melhor forma ao criativo:


1. Que tipo de logo se adequa à minha marca?

a. Tipográfico – letras numa fonte que se distinga (não use fontes gratuitas ou, pelo menos, dê-lhe o seu cunho pessoal)

b. Representativo – com uso de uma imagem gráfica que remeta para o produto ou negócio

c. Abstracto – dão mais trabalho e exigem mais dedicação mas, por outro lado, conferem ao seu logo mais identidade e acrescentam valor.


Não é imperativo que o seu logo combine texto e imagem, mas admitamos… uma imagem forte facilita a sua interiorização e reconhecimento.


2. Seja intemporal. Não queremos que venha a aborrecer-se da sua própria imagem e fazer constantes alterações não é benéfico, pois vai desligar o cliente da marca. Não significa que não vá fazendo ajustes ou pequenos upgrades, ao longo dos anos, mas não deve ser uma constante. A Shell, por exemplo, alterou o seu logo mais de 10 vezes, mas foi ao longo de um século. No entanto, sem nunca deixar de ser a ‘concha’ que sempre a representou.


3. Crie as versões necessárias para vários tipos de utilização. Verifique como se comporta o seu logótipo com diferentes fundos e formatos, alinhando cores e orientações verticais e horizontais, para que não tenha que refazer tudo ou improvisar no momento. Pode não correr bem e vale a pena salvaguardar más apresentações da sua marca.


4. Escolha bem as cores da sua marca. Há análises psicológicas sobre o tema e todos sabemos que as cores nos transmitem sensações e sentimentos, que podem ser bons ou maus. Sendo um elemento identificador da marca, não queremos que a mesma interfira de forma negativa na comunicação da marca.


Sobre este tema, falaremos mais adiante, num outro artigo. Fique atento!


5. Seja simples e minimalista. Não precisamos ser gritantes, excessivos, agressivos, cheios de efeitos e complexidade, para nos fazermos notar. Vai ser, certamente, demasiada informação para um cérebro só, acabando por prejudicar a sua imagem. O objectivo é ser agradável, equilibrado, notável e competente, aos olhos do cliente.

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